Independência do ego, daquilo que prende sentimentos e nos liga um a um para nos mover, comover e nos transformar num lindo elo coesivo
onde você será meu conectivo integrante
e eu seu adjunto adverbial concessivo.
Juntos entrelaçaremos
nosso amor piegas dos folhetins romanescos e usufruiremos de coordenadas assindéticas
para jamais deixarmos de nos tocar
e apimentar nossos desejos carnais em diversas posições e ações verbais e não-verbais, pois o importante será a simbiose que existirá em nós para adjetivar e substantivar emoções. Assim, emocionados nos envolveremos num belíssimo mosaico para nos fortalecer e juntar, à medida que nos aproximamos, o quebra-cabeça dessa paixão cíclica. Já que não se mata por amor nem o horror das desilusões compassivas de fel nos faz unir num verdadeiro sintagma de prazer. Você diz , desdiz e se contradiz em simples imagens de cabaré causando, enfim, grandes devaneios loucos. Pensamentos querem não mais existir mesmo viciado em aplacar momentos eróticos em outros cantos funestos.
Quero a tua carne na minha carne
para não enlouquecer de vez.
Quero sentir seu gozo me ungir e me untar de mel. Puro berilo! Grande esmeralda a brilhar mas que se perde com a mentira e com o descaso indiferente. Nossos corpos juntos seriam um, todavia seu medo apavora-se com cada desmedida e fértil imaginação. E tudo se desvia do eixo
a ponto de pensar em formatar anseios e alicerces
a fim de edificar-me e não me prender jamais à morte. Cada vez que suas palavras são proferidas