sábado, 16 de outubro de 2010

O mar

Na imensidão de Meu Deus
quanta plenitude escondida
e quanto mistério há naquelas
águas alcalinas,
salgadas e frias,
cujas ondas arrebatam-me
feroz e deliciosamente.
As cordas de aço choram blues,
O vento forte de Rio das Ostras
serpenteia meus cabelos
e descubro-me enquanto
Pescador de Ilusões.

7 comentários:

  1. Beautiful framing and the green tones is cool.
    Wong

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  2. Belíssimo!!


    Beijos sangrentos da vampira Laysha.

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  3. Jasanf,

    Na imensidão de Meu Deus, o milagre!

    Que beleza de poema e imagem.

    Bj

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  4. Ola Jasanf, obrigada pela visita ao CLIP, Centro Literario de Piracicaba, gostaria de pedir-lhe permissão para levar comigo esse seu belo poema para publicação no nosso Blog.
    Um grande beijo
    Mara Bombo

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  5. Meu Deus! Que coisa mais linda este poema...
    Não há como dizer outras palavras para comentá-lo!

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  6. Minh'alma esta em plenitude. O vento e o sal me envolve. E a saudade bate em meu peito como se lá estivesse, embora cá esteja. Simplesmente maravilhoso!

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  7. Gláucia Heggdorne26 de outubro de 2010 10:33

    Amei.Lindo demais!!!Parabéns por conseguir expressar o que muitos de nós sentimos ao contemplar o mar em Rio Das Ostras.Beijosssssssssssssssssss.

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